Chega de bege, chega de tons de cinza. Já faz um tempinho que essa frase tem ecoado em postagens no Instagram de quem fala sobre decoração e arquitetura de interiores. E essa tendência é muito evidente mesmo.
O que dá para perceber é que, mais do que nunca, há uma necessidade de fazer com que a casa seja mais humana, mais verdadeira e menos cenário. E aí, as cores, as listras, as estampas, as texturas, a arte, a arte popular e o feito à mão, além, claro, daquele balangandã afetivo do qual você não abre mão de jeito nenhum, entram em cena para recobrar um charme que andava perdido nas residências.
E o mais legal é que essa é uma tendência que, se for copiada, fica fake. Se for fruto de IA, a mesma coisa: fica mediano, mas nunca fica bom ou original. É que a inteligência artificial democratiza a criação, mas, ao mesmo tempo, deixa um rastro de resultados muito parecidos. E, nesse sentido, é a mão humana que tem valor, permitindo aquele toque que é único.
Na era da média, ser atrevido virou uma condição especial para se destacar.