O motorista reclama que o combustível está adulterado, que a gasolina está assim, que o etanol está assado, ou que foi fornecida uma quantidade menor do que a registrada na bomba. No entanto, muitas vezes, ele não se dá ao trabalho de exigir que sejam feitos, na sua presença, os testes de quantidade e de qualidade do combustível.
Todo posto tem que ter, por exemplo, um recipiente homologado pelo Inmetro com capacidade de 20 litros. É possível solicitar que ele seja abastecido para conferir se o volume registrado na bomba bate com o que foi efetivamente entregue. Esse é o teste quantitativo, mas existem também os testes qualitativos.
Para isso, os estabelecimentos devem ter uma proveta, que é aquele tubo de vidro onde se mistura água à gasolina para conferir o percentual exato de etanol. Além disso, precisam disponibilizar densímetros para que se possa atestar a densidade dos combustíveis.