Um assunto que sempre volta aqui no Tendências é sobre a casa do futuro. Como será que ela vai ser daqui a, sei lá, uns 20, 30 ou 50 anos? Essa curiosidade sempre rola, principalmente quando já fazemos parte de um mundo hiperconectado e cheio de discussões interessantes sobre a inteligência artificial.
Na coluna da Vogue, eu li uma entrevista com Andrea Bisker, mestre em ciência do consumidor e muito fera no assunto. Ela me chamou a atenção pelo seguinte: no ano passado, a OMS classificou a solidão e o isolamento social como uma grave ameaça à saúde pública.
Já o World Happiness Summit, que é um movimento global dedicado a promover a ciência da felicidade e do bem-estar, apresentou uma pesquisa mostrando que o que mais traz felicidade é comer junto. Para Andrea, as casas têm tudo a ver com isso, e arquitetos e designers são os profissionais que podem transformá-las em um lugar de encontro, com ambientes que abraçam e promovem o convívio.
Espaços abertos, cozinhas integradas e varandas gourmets existem justamente para receber pessoas. Isso também entra na esfera do conforto. Tecidos com textura, tecnologia invisível e vários outros detalhes, tudo isso faz parte de um design voltado para o bem-estar dentro de casa. E é isso que se almeja para o futuro. Vem comigo, que amanhã a gente fala sobre tecnologia invisível.