O que a gente pode esperar da tecnologia dentro de casa na era da inteligência artificial? Segundo a expert Andrea Bisker, em entrevista para a Casa Vogue, quando falamos de tecnologia, imaginamos logo um monte de gadgets ou robôs espalhados pela casa. Mas tem se discutido muito a ideia da tecnologia invisível, aquela que você quase não percebe.
Ela vai desde a iluminação que acompanha o ciclo circadiano até paredes capazes de tratar o som de acordo com o momento que você está vivendo, segundo ela. Aliás, eu achei essa ideia da parede incrível.
Bom, é também uma tecnologia que caminha junto com a sustentabilidade, com chuveiros inteligentes que economizam água e várias soluções pensadas para reduzir desperdícios. Uma tecnologia que existe para transformar a vida em algo mais confortável e aconchegante.
E ela só faz sentido voltada para o conforto se estiver atrelada a uma casa sensível, projetada para aquilo que as pessoas realmente precisam. Uma casa que abrace a vida inteira de alguém e esteja pronta para evoluir com essa pessoa. Isso engloba sustentabilidade, bem-estar, vínculo e longevidade.
A casa não precisa ser perfeita. Não é a perfeição que as pessoas buscam. O que se busca é sensibilidade no morar, com o apoio de um arquiteto ou de um designer que seja um alquimista social, capaz de entender o que aquela pessoa realmente precisa para viver bem. Parece simples, né, gente? Acontece que nós é que complicamos tudo.