As chinesas foram chegando e tomando posse das fábricas abandonadas pelas marcas tradicionais. A GWM foi a primeira e ficou com a planta da Mercedes-Benz em Iracemápolis.
A segunda foi a BYD, que comprou em Camaçari o terreno que pertenceu à Ford. Depois veio a Geely, parceira da Renault na China e agora também no Brasil, na fábrica do Paraná. Já a GAC fez diferente e vai se utilizar da ociosidade da linha de montagem da Mitsubishi em Catalão, Goiás.
A Chery herdou a fábrica da Jaguar Land Rover no interior do Rio de Janeiro para montar os seus modelos Omoda e Jaecoo. Por outro lado, os modelos chineses da Chevrolet estão sendo montados na fábrica que foi da Troller, no Ceará, e que pertence hoje a um grupo do Estado do Espírito Santo.
E quem vai ficar com a fábrica que foi da Caoa em Jacareí, São Paulo? O espaço, que está desativado desde 2022, segue no radar de negociações, mas o destino mais provável é que também acabe nas mãos de um novo grupo chinês interessado em expandir a produção local.