Essa eletrificação do automóvel trouxe várias novas tecnologias, principalmente no caso dos híbridos, por combinarem o motor a combustão e o elétrico. No caso do híbrido plug-in, que roda de forma puramente elétrica até uns 150 km, a dúvida é: quando acaba a carga da bateria que dá ao carro uma potência de 300 ou 400 cavalos e fica só o motor a combustão, que tem lá os seus 150 cavalos, como é que fica o desempenho do veículo, que continua pesando muito por causa do conjunto de baterias?
Esse era um problema dos primeiros híbridos plug-in, mas que foi parcialmente resolvido com o atual gerenciamento eletrônico. O sistema não deixa a bateria perder completamente a carga, pois aciona o motor a combustão para recarregá-la em movimento. É uma solução inteligente que atenua o problema de ter um carro híbrido plug-in pesado dependendo apenas de um motor a combustão de menor potência para tracioná-lo.