Ontem eu falei da minha experiência no Rivo Restaurante, que tem um projeto arquitetônico muito bacana assinado pela Ana Bahia. E para entender mais como tudo ali funciona, eu pedi para a Alethea Ruckertr explicar isso melhor para a gente. Detalhe: ela comanda o Rivo junto com o chef Max Catolino. Então conta para a gente, Alethea:
“Quando a gente pensou o conceito do Rivo, partimos do significado do próprio nome. Rivo vem de rivoluzione, revolução em italiano, pequenas revoluções do dia a dia, como a gente gosta de chamar por aqui. E dentro dessas microrrevoluções, a hospitalidade sempre foi o ponto de partida, não só um complemento da experiência.
A gente queria criar um lugar onde o cliente se sentisse genuinamente acolhido, mas sem muita formalidade, sabe? Uma hospitalidade elegante, atenta, mas leve, quase intuitiva. Então, tudo foi desenhado com esse olhar: desde a forma como a equipe se comunica até o ritmo do serviço, o cuidado com os detalhes e a personalização de cada experiência.
A gente acredita muito que hospitalidade não é só antecipar necessidades, mas criar conexão. É fazer com que cada pessoa se sinta vista, confortável e bem recebida, como se estivesse em um lugar familiar, mas com um nível alto de excelência. No Rivo, o nosso objetivo sempre foi esse equilíbrio entre sofisticação e proximidade: fazer com que a experiência seja especial, mas nunca distante.”
Incrível, não é? Essa visão da Alethea Ruckert sobre a “revolução” no atendimento mostra como o afeto e a técnica podem caminhar juntos na gastronomia.