O câmbio automático era restrito aos automóveis mais luxuosos, sofisticados e caros, mas acabou “baixando a régua”. Nos Estados Unidos, por exemplo, 95% dos carros já tinham câmbio automático. Os 3% a 5% restantes eram automóveis esportivos, nos quais não se abria mão do câmbio manual, como o Mustang, o Corvette e outros.
Mas os câmbios automáticos com aletas atrás do volante passaram a oferecer ao motorista praticamente a mesma opção dos manuais, pois é ele quem comanda a troca das marchas. Uma das últimas marcas a abandonar o câmbio manual é a Volkswagen, que mundialmente apenas o mantém nas versões mais esportivas, como o Golf GTI.
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