Numa impressionante virada de página, o automóvel chinês, em pouco mais de dez anos, deixou de ser o “xing-ling” para ter uma tecnologia, principalmente nos elétricos, que chega a superar a dos ocidentais.
Antigamente, o design era pavoroso ou copiado de algum europeu. As cópias eram tão gritantes que, uma vez, no Salão do Automóvel de São Paulo, ao lado de um carro chinês, não havia mulheres exuberantes, mas um sósia do Mr. Bean, de tanta semelhança do veículo com o antigo Mini Cooper.
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De brincadeira em brincadeira, os chineses já conquistaram hoje 10% do nosso mercado. Dizem as previsões que eles chegarão a 20% em 2030 e que, em 2035, terão 35% do mercado brasileiro.