Sabe aquele frisson que é tão comum e sempre tão inesperado nas estreias? Pois é, é isso que todo mundo que participa desta edição da CASACOR Minas está sentindo. E o que eu percebo é uma emoção muito gostosa. Cada arquiteto, designer, paisagista e artista que está ali dentro quer mostrar o seu melhor, e essa expectativa, até que a crítica especializada e o público confiram tudo, é enorme.
Há uma coisa que me impressionou muito durante as obras no prédio da PUC Lourdes, onde era o Izabela Hendrix, palco mais uma vez da CASACOR. Parece que você está em outro lugar. É a mesma mágica que já aconteceu no Palácio das Mangabeiras e no Casarão da Sapucaí, que receberam a mostra por dois anos consecutivos. Quando você já foi em um ano e vai novamente, é comum chegar e pensar: “Eu já conheço esse lugar”. Hum, só que não, viu?
É incrível como parece que você está em outro endereço. E, nisso, eu tiro o chapéu para os arquitetos e também para o Dudu, o Eduardo Faleiro, diretor da CASACOR, responsável por essa mágica. Pode ter certeza de que, a partir de amanhã, você vai se surpreender muito com esta edição da CASACOR.