Tem circulado por aí uma sigla curiosa: NOLT, de New Older Living Trend (Nova Tendência de Vida Mais Velha). Ela virou tendência agora em 2026 porque nomeia algo que já está acontecendo: pessoas com mais de 60 anos que seguem ativas, curiosas, cheias de planos e cuidadosas consigo mesmas.
Gente, quando eu era criança, eu olhava para pessoas de 50 ou 60 anos e elas eram bem diferentes das que vejo hoje, ou do que eu mesmo sou hoje. O Brasil envelhece rápido e isso muda tudo. Em 2026, o país já ultrapassou a marca de 31 milhões de pessoas com mais de 60 anos. Os antigos prazos de validade da vida estão sendo revistos; já não faz sentido imaginar a maturidade como um tempo de espera. Surge outra lógica, mais viva e aberta.
O NOLT se apoia em um tripé simples e potente: o corpo em movimento, o conhecimento que se expande e a sociabilidade com horizontes. Não é negar a idade, até porque muitos críticos do termo apontam que ele pode ser um rótulo de “idoso cool” que ignora a velhice real, mas é escolher como vivê-la com interesse, presença e intenção. Os nomes vão mudando, mas a pergunta continua a mesma em qualquer etapa: como você está vivendo esse seu tempo da maturidade?
