O estrogênio, um importante hormônio feminino, exerce um papel essencial na saúde óssea da mulher. Quando os níveis desse hormônio começam a diminuir, o resultado pode ser a perda de densidade mineral óssea. É por isso que as principais diretrizes internacionais reforçam que a prevenção precisa começar por volta dos 40 anos.
O cálcio continua sendo um nutriente fundamental, e mulheres com 40 anos ou mais devem incluir alimentos fonte de cálcio diariamente no prato. Ele está presente no leite, iogurte, queijo, sardinha, gergelim e vegetais verde-escuros, mas não atua sozinho. Baixos níveis de vitamina D também estão associados a um maior risco de osteopenia, osteoporose e refraturas.
A ingestão adequada de proteínas também é fundamental para a saúde óssea. Exercícios de força, como a musculação, estão entre as estratégias mais eficazes para estimular a formação dos ossos. Ou seja, cuidar do esqueleto envolve alimentação equilibrada, exposição solar, atividade física e acompanhamento médico. E a regra é clara: quanto mais cedo, melhor.
