A Meta admitiu algo que o mercado já cochichava nos bastidores. A empresa ajustou um pouco os testes de benchmark da sua nova geração de IA para fazer o modelo Llama 4 parecer melhor do que realmente é.
Um dos principais nomes da empresa nos últimos dez anos, admitiu recentemente, em entrevista, que essa manipulação fez a companhia, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, perder confiança internamente. Não é exatamente uma fraude, mas também não representa o mundo real.
Esses testes medem desempenho teórico, mas a ideia deveria traduzir, se na prática, a tecnologia vai gerar produtividade, redução de custos, escala e impacto para os negócios do cliente.
É como treinar um aluno apenas para passar no vestibular, quando, na realidade, ele não será capaz de resolver problemas de verdade no mercado de trabalho. Infelizmente, quando rankings viram marketing e notícia, as empresas passam a competir pelo placar, e não pelo valor entregue.
O alerta para as empresas é simples e direto: para vencer a corrida da IA, muitos fazem de tudo. Portanto, não acredite em tudo o que dizem. Um discurso bonito pode não entregar resultado no final.
