Em fevereiro de 2026, a inteligência artificial virou pauta prioritária para chefes de Estado do mundo todo. Na cúpula de impacto da IA, realizada na Índia, líderes globais deixaram claro que a tecnologia deixou de ser um assunto puramente técnico para se tornar um pilar de estratégia nacional e competitividade.
O primeiro-ministro da Índia defendeu a democratização da ferramenta, afirmando que a IA deve ser criada pelas massas e para as massas. Ele propôs uma visão centrada no ser humano, segura, inclusiva e acessível, funcionando não como privilégio de poucas empresas, mas como infraestrutura nacional básica. Sam Altman, da OpenAI, foi direto ao ponto: a IA vai transformar completamente o setor de software. Modelos de negócio mudarão, e as empresas que desenvolverem, testarem e aprenderem mais rápido serão as novas líderes de mercado.
Já a Europa, representada por Emmanuel Macron, reforçou um ponto essencial: inovação sem proteção gera risco. A segurança digital, especialmente para crianças, tornou-se prioridade absoluta. Paralelamente, a Microsoft trouxe um alerta importante: de nada adianta investir bilhões em infraestrutura se as pessoas não forem devidamente capacitadas para operar a tecnologia.
Para o empresário, a mensagem é clara. A discussão global não é mais sobre se a IA mudará o mundo, mas sobre quem estará mais preparado para extrair o melhor dela. Com governos se movimentando rapidamente, a pergunta que fica é simples: você prefere apenas assistir a essa transformação ou deseja liderá-la?
