Outro dia, um vídeo do COTEMIG me chamou muita atenção: uma quantidade enorme de alunos já estava empregada antes mesmo de se formar no ensino técnico.
Enquanto isso, do outro lado, um estudo do IBGE de 2024 aponta que a taxa de desocupação dos jovens é de mais de 15%, o dobro da média nacional. Enfim, o velho dilema: essa nova geração não consegue entrar no mercado. Então, sejamos honestos, o problema não é falta de vaga, mas falta de preparo e formação.
Durante muito tempo, tratamos algumas funções como se fossem eternas, funções operacionais, repetitivas, quase mecânicas, tipo o famoso “arrumar o emprego para tirar xerox”. Essas posições estão desaparecendo, não por maldade, mas porque a tendência das empresas é automatizar ao máximo o trabalho, tornando-o melhor, mais rápido e mais barato. O mercado hoje não quer só gente disponível; quer gente capacitada.
É aí que entra o diferencial de colégios e formações técnicas mais profundas, como o COTEMIG. Eles não ensinam apenas teoria, estão formando pessoas prontas para resolver problemas reais em um mundo cada vez mais digital. O resultado? Empresas disputando alunos antes mesmo do diploma.
Isso mostra algo cada vez mais claro: profissões ligadas à tecnologia não são o futuro, são o presente.
