Um seguidor me perguntou nas minhas mídias sociais: os Estados Unidos usaram muita inteligência artificial na operação militar que envolveu o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro?
A resposta é sim, usaram e muito. Uma operação desse nível com múltiplas aeronaves e tomada de decisão em tempo real simplesmente não acontece hoje sem a Sophicada rodando por trás.
Para ter uma comparação simples, quando você faz um pedido no iFood, mais de 100 modelos de A entram em ação para decidir rota, tempo, entrega, preço e melhorar a experiência do usuário. Agora imagina uma operação militar.
É a mesma lógica, só que em um cenário bem mais crítico, a IA entra desde a extração de formações de inteligência, cruzamento de dados, análise de imagem de satélite, identificação de alvos, simulação de cenários, cálculos de risco, logística aérea e decisões em tempo real durante a execução. Empresas como a Palantir, por exemplo, já são conhecidas por fornecer tecnologia de análise avançada para governos e forças armadas com contratos bilionários. E é exatamente por isso que a IA é tão poderosa no tabuleiro geopolítico. IA hoje é comparada à energia nuclear.
Ela pode gerar valor praticamente infinito para a sociedade ou pode criar armas e capacidade de destruição que a gente nunca imaginou. E é por isso que a conversa sobre regulação dessa tecnologia é tão importante.
