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A partir deste sábado, cinemas, teatros e shows estarão liberados em BH

Eventos e outras atividades foram liberados em Belo Horizonte. Para determinar o retorno, a prefeitura se baseou na redução dos indicadores da Covid-19 na cidade, que ganhou força com o avanço da vacinação.

A partir de sábado (3) estarão liberados eventos, teatros, e eventos sócio-culturais, de frequência esporádica. Além disso, o comércio considerado não-essencial poderá reabrir aos domingos.

Outra novidade é que os bares e restaurantes vão poder contar com música ao vivo, desde que sejam seguidos os protocolos sanitários. E pela primeira vez, desde o início da pandemia, os espaços para recreação das crianças estão permitidos em bares e restaurantes.

Os shows e teatros poderão acontecer com limite de 600 pessoas. Caso o evento tenha alimentação ou bebida, o limite cai para 400 pessoas. Em casos de cinema, museu e galeria, o funcionamento seguirá as mesmas normas do ano passado, com 50% de sua capacidade, seguindo as regras de metragem quadrada por pessoa.

Eventos sem cunho comercial, como festas de aniversários e casamentos, também poderão acontecer, desde que tenham testagem no local. Todos os eventos precisão ser comunicados à prefeitura, até os que estão sendo realizados em locais com alvará.

Feiras e Congressos
A prefeitura de Belo Horizonte anunciou também que, a partir do dia 1º de agosto, feiras e congressos também estarão liberados. Esses eventos poderão acontecer com limite de 600 pessoas. Caso haja uma demanda de evento maior, o caso será analisado tecnicamente.

Flexibilização também em escolas
Em reunião realizada quinta-feira (1º), o Comitê Extraordinário Covid-19 liberou a volta às aulas presenciais de alunos no dia 12 de julho para os municípios mineiros que estiverem na Onda Vermelha do “Minas Consciente”. Segundo o Estado, a decisão foi tomada após análise relacionada à pandemia. Além disso foi, foi constatado que a incidência da Covid-19 em Minas Gerais diminuiu 22% nos últimos 14 dias, 9% na última semana.
O governo estadual ressaltou que a autorização das aulas presenciais não é válida para a classificação da Onda Roxa e nas microrregiões na Onda Vermelha.