Quando os principais órgãos de saúde do mundo discutem as tendências da nutrição para o futuro, o alerta é unânime: o maior risco alimentar hoje não é mais a escassez de comida, mas o excesso de alimentos ultraprocessados.
Fato é que, acredite você ou não, um padrão alimentar baseado em produtos industrializados, repletos de refrigerantes, salgadinhos e pacotinhos em geral, é o principal gatilho para o aumento da obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e inflamação crônica.
As diretrizes globais reforçam o que parece óbvio, mas precisa ser dito: o caminho é a comida de verdade. Isso inclui alimentos in natura ou minimamente processados, como arroz, feijão, frutas, legumes, verduras, ovos, carnes de boa qualidade e gorduras naturais. Essa é a resposta científica mais poderosa contra a industrialização excessiva da dieta moderna.
O foco atual é simples: mais nutrientes e menos aditivos artificiais. Comer bem não precisa ser complicado nem caro, mas exige consistência. A nutrição do futuro se constrói no dia a dia; quanto mais simples e natural for o prato, maior será o impacto positivo na sua saúde.
