Dizem que mineiro faz as coisas caladinho. Por aqui, coisas boas acontecem o tempo todo, mas muitas permanecem restritas a poucos porque não circulam. O que não ganha visibilidade dificilmente vira encontro, rede ou inspiração. Tornar público o que fazemos bem não é vaidade; é estratégia coletiva.
É assim que novas conexões se formam por aqui mesmo e que o que nasce local passa a orientar quem está lá fora. Isso vale para pessoas, projetos e, especialmente, para a educação. Competência sem visibilidade vira quase um esforço invisível. Cuidar bem, ensinar bem e inovar de verdade precisa aparecer. Aparecer para quê? Para inspirar e circular.
Quando a escola comunica o que constrói com seriedade, ela fortalece vínculos, cria referência e amplia seu impacto social. É nesse espírito que Belo Horizonte recebe, de 26 a 28 de fevereiro de 2026, a segunda edição do Movemente, lá no Expominas.
Mais do que um evento, o Movemente é um chamado coletivo para pensar em voz alta que escola estamos construindo e para quem ela existe. O encontro coloca no centro temas que atravessam o cotidiano docente: tudo isso sem modismos ou respostas prontas, mas com escuta, troca e coragem. Educação que se move também se mostra.
