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“A Bienal de São Paulo tem um olhar de arte contemporânea por meio de um viés social”, disse gerente da Fundação Clóvis Salgado

21/06/2024

Redação e imagem: Mateus Liberato

A 35ª Bienal de São Paulo em Belo Horizonte traz mais de 100 obras que destacam a cultura negra em Minas Gerais, além do trabalho de mulheres e indígenas. Com o tema “Coreografias do Impossível”, a exposição começa nesta sexta-feira (21) e tem duração até o dia 15/09, no Palácio das Artes. A parceria é entre a Fundação Clóvis Salgado e a Fundação Bienal de São Paulo.

Maguy Etlin, vice-presidente da Bienal, ressaltou a importância da exposição em âmbito nacional e internacional.

“A Bienal de São Paulo é uma das maiores do mundo. Ela existe desde 1951 e na América do Sul tem uma importância gigantesca. Fazemos itinerâncias desde 2011e vamos a várias cidades do Brasil. Em Belo Horizonte nós somos muito bem acolhidos e convidamos a todos para visitarem a exposição”, disse Maguy.

A gerente de Artes Visuais da Fundação Clóvis Salgado, Uiara Azevedo, destacou qual é o principal objetivo do tema desta edição.

“Neste ano são quatro curadores que trazem a ideia de um mundo melhor para pessoas negras, pessoas indígenas, comunidade LGBTQIA+, etc. A Bienal sempre tem esse olhar da arte contemporânea por meio de um viés político e social e esse é um recorte com predominância de artistas indígenas, trans e mulheres”, ressaltou Uiara.