Cada pessoa metaboliza os alimentos de forma única e a genética pode explicar grande parte dessa diferença.
Essa abordagem com foco na genética permite identificar predisposições, como intolerâncias alimentares, risco para algumas doenças específicas e com isso permitir a ajustes mais precisos na dieta.
Pessoas com variantes em um gene chamado FTO podem se beneficiar de uma maior ingestão proteica, por exemplo. Alguns genes podem identificar intolerância à lactose ou pré-disposição à doença celíaca.
Os testes genéticos também revelam como o corpo absorve micronutrientes importantes, como vitamina D, Ferro e B12, e com isso prevenir deficiências. Tem pessoas que não metabolizam bem a cafeína e o álcool e podem ser orientados com base em testes genéticos.
Porém, na minha opinião, os testes genéticos ainda são caros para grande parte da população. E para quem pode fazer, eu acho super válido.
Mas o autoconhecimento, estar atento às suas reações ao consumo de determinados alimentos, são preponderantes.