Desde 1966, pagava-se o DPVAT para indenizar as vítimas de acidentes de trânsito. Administrado desde 2007 pela Seguradora Líder, que recolhia bilhões de reais todo ano, o seguro passou por diversas controvérsias envolvendo seus diretores. Devido a essas irregularidades, a SUSEP transferiu a responsabilidade para a Caixa Econômica Federal, que indenizou as vítimas de trânsito até novembro de 2023.
O Congresso Nacional criou, então, o SPVAT em 2024. O projeto foi sancionado, mas enfrentou impasses políticos posteriores. Atualmente, tramita na Câmara mais um projeto de lei para reabilitar o seguro obrigatório. Resta explicar se o novo modelo permitirá que o seguro seja pago a uma seguradora da preferência do dono do carro ou se haverá novamente o monopólio de uma única entidade, como ocorria anteriormente.
