Quando eu era criança, me falavam que datilografia era diferencial no mercado de trabalho. Depois virou saber Word, Excel, PowerPoint. Mais tarde, falar inglês separava quem crescia rápido de quem ficava pelo caminho. Pois é, agora chegou o novo diferencial do mercado, inteligência artificial.
Um estudo recente do Coursera mostrou que candidatos com certificações em área gerativa estão recebendo propostas de salário mais altas e sendo priorizados em processos seletivos.
As empresas estão pagando mais para quem sabe usar IA, simples assim. É a mesma lógica de sempre. O mercado recompensa quem domina a ferramenta que muda o jogo. Antes era a máquina de escrever, depois o pacote Office, depois inglês, agora IA generativa.
Essa mudança é sobre saber conversar com a máquina para resolver problemas de verdade, criar relatórios, testar ideias, analisar dados, otimizar processos e melhorar a produtividade. Quem domina isso ganha velocidade e vantagem competitiva.
Então a pergunta que fica é: por quanto tempo você consegue competir com alguém que use todo dia? E você não?
