Você piscou e mais uma grande empresa de tecnologia está mudando o seu produto com inteligência artificial. Dessa vez, foi o Spotify que lançou nos Estados Unidos e no Canadá uma playlist por comando de IA.
Você escreve o que quer ouvir, define regras e a plataforma monta a lista usando seus hábitos de escuta. O detalhe mais importante não é a música, é o modelo mental. Antes, o algoritmo te empurrava sugestões e você aceitava ou pulava. Agora, você vira o diretor criativo.
Você pode dizer: “Quero energia de segunda-feira, mas sem músicas repetidas”, e ainda pedir para a playlist se atualizar todo dia ou toda semana, mantendo o repertório sempre vivo. Agora, pense em uma empresa de material de construção, onde o cliente entra no site ou no WhatsApp e diz: “Vou reformar um banheiro pequeno, quero algo moderno, custo médio e entrega rápida”. Em segundos, o sistema monta um combo com piso, revestimento, louças, metais e iluminação.
Esse sistema já considera estoque, prazo, faixa de preço e até sugestões de substituição. O cliente só ajusta o que quiser. Isso reduz atrito, acelera a decisão de compra, aumenta o ticket médio e fideliza. Isso muda totalmente o controle da experiência.
A pergunta que fica é: no seu negócio, onde o cliente ainda precisa clicar demais, quando ele só precisaria pedir com as próprias palavras?
