O câmbio automático, durante décadas, foi prioritariamente do tipo convencional, utilizando um conversor de torque no lugar da embreagem. Outra opção comum é o CVT, continuamente variável, que oferece infinitas relações de marcha.
A chegada da eletrônica subverteu essa ordem ao introduzir o câmbio automatizado computadorizado, que pode ter uma ou duas embreagens. O sistema de apenas uma embreagem nunca obteve pleno sucesso comercial ou técnico. No Brasil, ele foi batizado com nomes como Dualogic ou GSR na Fiat, iMotion na Volkswagen e Easytronic na Chevrolet.
Nenhum desses sistemas de embreagem simples prosperou, mas surgiram também as transmissões de dupla embreagem. Enquanto uma versão se tornou um desastre conhecido, o Powershift da Ford, outras variantes, como o DSG da Volkswagen e sistemas utilizados pela Hyundai e demais marcas, apresentam bom funcionamento. Apesar disso, a maioria das fabricantes recuou nessa tendência e voltou a adotar o tradicional câmbio automático com conversor de torque.
