O Relatório Mundial da Felicidade 2026 apontou a Finlândia como o país mais feliz do mundo pelo nono ano consecutivo. Islândia e Dinamarca aparecem na sequência, ocupando a segunda e a terceira posições, respectivamente. O Brasil aparece na 32ª colocação no ranking global.
A Costa Rica alcançou o quarto lugar, registrando a melhor colocação já obtida por um país da América Latina no ranking. Em seguida, Suécia e Noruega completam as seis primeiras posições.
Os Países Baixos aparecem em sétimo lugar, enquanto Israel ocupa a oitava posição, sendo o único país do Oriente Médio entre os dez primeiros. Luxemburgo e Suíça fecham o top 10.
Veja a lista:
🌍 Top 10 países mais felizes (2026)
- 🥇 Finlândia
- 🥈 Islândia
- 🥉 Dinamarca
- 4. Costa Rica
- 5. Suécia
- 6. Noruega
- 7. Países Baixos
- 8. Israel
- 9. Luxemburgo
- 10. Suíça
Entre outros destaques, os Estados Unidos ocupam o 23º lugar, seguidos pelo Canadá, na 25ª posição, e pelo Reino Unido, em 29º. Nenhum desses países figura entre os dez primeiros pelo segundo ano consecutivo. A Nova Zelândia aparece em 11º lugar, a Irlanda em 13º e a Austrália em 15º.
Na parte inferior da lista, o Afeganistão permanece na última posição (147º). Logo acima estão Serra Leoa (146º), Malaui (145º), Zimbábue (144º) e Botsuana (143º).
O ranking é elaborado com base em dados da pesquisa global da Gallup, que avalia a percepção de qualidade de vida da população em 147 países.
Dia Internacional da Felicidade
Nesta sexta-feira, 20 de março, é comemorado o Dia Internacional da Felicidade. A data foi instituída pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2012, por meio da resolução 66/281. A iniciativa reconhece a felicidade e o bem-estar como objetivos universais e reforça a importância de incluí-los na formulação de políticas públicas.
O texto também destaca a necessidade de modelos de desenvolvimento mais equilibrados, que aliem crescimento econômico à redução das desigualdades, à erradicação da pobreza e à promoção do bem-estar da população.
A proposta partiu do Butão, país que desde a década de 1970 adota o conceito de Felicidade Nacional Bruta como indicador de desenvolvimento, em contraponto ao foco exclusivo no Produto Interno Bruto. Em 2012, o país também promoveu um encontro de alto nível na ONU para discutir novos modelos econômicos baseados na felicidade e na qualidade de vida.
